Com 291 quilômetros de distância, a Milão-São Remo é a prova de um dia mais longa do calendário mundial de ciclismo profissional. Os corredores passarão pelo trajeto tradicional da corrida, saindo de Milão em diração ao mar, até São Remo. O pelotão passará em cidades históricas e na costa do Mediterrâneo, o que rende paisagens surpreendentes para os espectadores. A também conhecida como “a clássica dos sprinters” ocorrerá neste sábado, 18 de março.

Além de belas imagens, o primeiro monumento do ano irá proporcionar muita emoção. A expectativa é que a chegada seja um sprint, com favoritos como o campeão mundial Peter Sagan (Bora-Hansgrohe), John Degenkolb (Trek-Segafredo) e Fernando Gaviria (Quckstep-floors) à frente das bancas de apostas. Entretanto, como todo bom clássico, é possível que haja surpresas.

Os primeiros 120 quilômetros são relativamente planos, até a primeira dificuldade do dia, o Passo del Turchino. Mas o que realmente interessa são os dois últimos desafios, o Cipressa, que tem 5,7 quilômetros de extensão e 4,1% de inclinação média, e o Poggio, com 3,7 quilômetros e 3,7% de inclinação. Após o topo do Poggio, serão apenas 5,4 quilômetros até a chegada.